A Rede de Enfrentamento à Violência Contra a Mulher de Lucas do Rio Verde realizou, nesta quinta-feira (26), no Auditório dos Pioneiros, um encontro para reapresentar o Protocolo de Atendimento às Mulheres em Situação de Violência.
A reunião foi organizada pela Secretaria Municipal de Assistência Social e Habitação, em parceria com o Conselho Municipal dos Direitos da Mulher, e teve um objetivo claro: alinhar informações e orientar os novos integrantes da rede sobre como agir quando uma mulher procurar ajuda.
O protocolo já existe desde o ano passado. Ele foi criado para organizar o atendimento e evitar que a vítima fique sendo encaminhada de um lugar para outro sem resposta. Com a chegada de novos profissionais e instituições, surgiu a necessidade de reforçar essas orientações.
A primeira-dama e secretária de Assistência Social e Habitação, Janice Ribeiro destacou que o mais importante é garantir segurança no primeiro atendimento. “Precisamos ter clareza no que fazer quando uma mulher chega contando que está sofrendo violência. Quem recebe esse relato precisa saber para onde encaminhar, quem vai atender e quais são os próximos passos. Pode ser alguém da assistência, da saúde, da segurança ou até alguém que escuta esse pedido no ambiente de trabalho. O fluxo precisa estar claro para todos.”

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A presidente do Conselho Municipal dos Direitos da Mulher, Karime Souto, explicou que a reapresentação faz parte de um processo natural de ajustes.“O protocolo já foi implantado, mas com a entrada de novos membros sentimos a necessidade de reforçar e revisar alguns pontos. Lucas do Rio Verde já tem uma rede estruturada e um fluxo definido para evitar que a vítima fique indo e voltando. Ainda estamos melhorando alguns detalhes, mas já temos um caminho organizado de atendimento.”
Durante o encontro, os participantes puderam tirar dúvidas e trocar experiências. A rede reúne representantes da assistência social, saúde, segurança pública, justiça, Câmara Municipal e entidades da sociedade civil. As reuniões são mensais e abertas à participação.
Para Caroline Machado, representante da Associação dos Dentistas, conhecer o protocolo é fundamental. “Se cada mulher fizer sua parte e se unir, a gente consegue ajudar muita gente. Muitas vezes sabemos de um caso, mas não sabemos como orientar. Quando entendemos o protocolo, conseguimos encaminhar corretamente e evitar que a situação fique ainda mais grave.”
A reunião mostrou que a rede segue ativa e se fortalecendo. O trabalho já está em andamento, mas continua sendo ajustado para que nenhuma mulher fique sem orientação quando precisar de ajuda.
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