Ao introduzir mudanças como a abertura do mercado de fundos para os investidores de varejo, limitar a possibilidade de perda máxima do cotista ao valor por ele investido e trazer mais clareza sobre atribuições e responsabilidades entre prestadores de serviços, a Resolução 175 da Comissão de Valores Mobiliários (CVM), que vigora desde setembro de 2023, mexeu com o mercado de capitais brasileiro. Um dos principais produtos beneficiados foram os Fundos de Investimentos em Direitos Creditórios (FIDCs). Em 2025, o patrimônio líquido dos FIDCs cresceu 30%, atingindo mais de R$ 833 milhões.
Dados da Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais (ANBIMA) sobre o mercado de FIDCs no Brasil detalham como as operações com estes fundos "explodiram" após a Resolução 175. De acordo com análise realizada por especialistas da VERT com base nesses dados, o crescimento no valor total das emissões, comparando 2022 e 2023 (antes da Resolução da CVM) com 2024 e 2025, foi de 87,8%.
No caso da VERT, que tem no mercado de produtos estruturados, os números de crescimento em operações com FIDCs são ainda mais expressivos. Novamente comparando os períodos 2022/2023 e 2024/2025, o número de operações realizadas pela VERT cresceu de 11 para 40 (+264%). O volume financeiro destas 40 operações foi de R$ 17,3 bilhões (+352,4% em relação ao movimentado nas 11 operações realizadas em 2022/2023). Sozinha, a VERT teve uma participação de 10% do volume movimentado em todo o mercado de FIDCs.
"A Resolução 175 não só ampliou o acesso ao mercado de FIDCs, como também acelerou uma mudança estrutural importante: mais gestores passaram a olhar para esse produto, mas nem todos estão preparados para operá-lo com a complexidade que ele exige. O que temos visto é um crescimento relevante do mercado, acompanhado de uma demanda cada vez maior por infraestrutura, tecnologia e conhecimento técnico para garantir a qualidade das operações", comenta Gabriel Lopes, sócio responsável pelo time comercial da VERT.
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