A Acelen, empresa de energia do Mubadala Capital responsável pela gestão da Refinaria de Mataripe, registrou em 2025 uma redução de 11% no consumo energético total (MMBTU/bbl) da unidade na comparação com 2022 (considerando todas as fontes: vapor, energia elétrica e gás natural). O total economizado corresponde ao consumo de todas as residências de um estado como Roraima.
No mesmo período, parte da energia térmica foi convertida em elétrica (mais limpa), o que correspondeu à redução de cerca de 10% no consumo de vapor e contribuiu para redução de 4% das emissões de CO₂.
Ao longo de quatro anos de atuação na Bahia, a empresa vem consolidando uma trajetória de ganhos em eficiência operacional e valorização do ativo. Como parte desse processo, a companhia implementou um projeto de modernização do sistema de iluminação, com a substituição de mais de 10 mil luminárias por tecnologia LED, resultando em uma redução estimada de 70% no consumo de energia elétrica desse sistema.
A iniciativa também contribui para a redução de emissões, com potencial de evitar aproximadamente 2,9 mil toneladas de CO₂ ao longo da vida útil das lâmpadas.
"Desde que assumimos a gestão da Refinaria de Mataripe, temos investido em modernização e eficiência operacional, com o apoio de uma equipe altamente capacitada, o que tem gerado resultados concretos na redução do consumo de energia, das emissões e no fortalecimento da segurança energética, tornando a operação cada vez mais sustentável", afirma Celso Ferreira, vice-presidente de Operações da Acelen.
Como parte dessa estratégia, a entrada em operação do Acelen SolarPark I, a maior planta solar própria associada ao refino no Brasil, reforça o compromisso com a eficiência energética e a descarbonização. Localizado no semiárido baiano, em uma região de alta irradiação solar, o parque possui capacidade instalada de 162 MWp e passou a suprir 100% da demanda externa de energia elétrica da Refinaria de Mataripe.
Desenvolvido em parceria com a Illian Energias Renováveis e a Perfin Infra, o projeto também está alinhado às políticas públicas de incentivo à descarbonização e integra o Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), contribuindo para o aumento da segurança energética da operação.
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