Jonathas Groscove, fundador da GROSCOVE, anunciou que a empresa registrou faturamento de US$ 194 milhões no último exercício, impulsionado por projetos de live marketing musical que unem creators, dados e experiências presenciais. A iniciativa, desenvolvida ao longo de 2023, visa atender à demanda das marcas por formatos que gerem engajamento memorável e mensurável.
A GROSCOVE estruturou seu modelo de negócios na convergência entre entretenimento, influência digital e análise de dados. As ativações criam eventos ao vivo, sobretudo no segmento musical, nos quais influenciadores atuam como vetores de engajamento, conectando a performance artística à estratégia publicitária da marca.
Estudos publicados em relatórios da McKinsey & Company apontam que experiências imersivas aumentam a retenção de marca e influenciam a decisão de compra mais efetivamente que mídias tradicionais. Segundo Groscove, "quando se une música, presença física e influência digital, ativam‑se múltiplos gatilhos cognitivos – memória, emoção e pertencimento – elevando o valor percebido da marca".
"Para as marcas, a combinação de eventos presenciais e distribuição nas redes sociais amplia o alcance e aprofunda a relação com o consumidor, permitindo a coleta de métricas qualificadas de atenção e envolvimento", explica Jonathas. A GROSCOVE incorpora inteligência de dados às ativações, monitorando comportamento da audiência, desempenho dos creators e retorno sobre investimento em tempo real, "o que reduz a tradicional dificuldade de mensurar impactos offline", complementa o empresário.
Groscove destaca que a tendência é a consolidação do modelo híbrido. "O entretenimento, especialmente a música, deixa de ser apenas um território de branding e passa a operar como plataforma de negócios. As marcas que entenderem isso primeiro terão vantagem competitiva clara nos próximos anos", afirmou o empresário.
Com a expansão desse formato, a empresa posiciona-se em um segmento que deve ganhar participação nos orçamentos de marketing, "à medida que anunciantes buscam diferenciação em um ambiente saturado de estímulos digitais", afirma Jonathas. Experiências imersivas, orientadas por dados e ancoradas em relevância cultural, tendem a ocupar o centro das estratégias publicitárias nos próximos anos.
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