A realização do MotoGP de Goiânia 2026, entre os dias 20 e 22 de março, movimentou intensamente o setor de hospedagem da capital goiana. Dados da Associação Brasileira da Indústria de Hotéis em Goiás (ABIH-GO), divulgados pelo portal Terra, apontam que a rede hoteleira da cidade tinha apenas entre 15% e 20% de vagas disponíveis para o período do evento.
O cenário reforça como grandes competições esportivas vêm impulsionando o mercado de locações de curta duração e atraindo novos investimentos imobiliários. Segundo Leonardo Ferreira, CEO da Lions Credit Investment, a confirmação do retorno do MotoGP provocou um movimento imediato no mercado de short stay na região.
"Plataformas de locação registraram aumento expressivo na taxa de ocupação, com imóveis bem localizados atingindo níveis próximos da lotação máxima dias antes do evento. Além da ocupação elevada, houve um aumento relevante no valor das diárias, impulsionado pela alta demanda e pela escassez de oferta qualificada", explica.
Esse comportamento não é exclusivo de Goiânia. Uma análise do Imobi Report, divulgada pela Tribuna de Goiás, mostra que, entre 2019 e 2022, o número de imóveis destinados ao short stay aumentou cerca de 70% no Brasil.
Para Leonardo Ferreira, o crescimento acelerado nas buscas por hospedagem, a redução rápida da disponibilidade de imóveis nas plataformas, a valorização das diárias acima da média habitual e o aumento no tempo mínimo de permanência exigido pelos anfitriões são sinais claros e mensuráveis do mercado. "Esse padrão já foi observado em eventos globais como a Fórmula 1, reforçando que o turismo esportivo tem alto poder de ativação econômica no setor imobiliário", avalia.
O executivo ressalta ainda que o aumento da demanda por hospedagem cria um efeito direto de oportunidade para investidores. "Investidores passam a enxergar o imóvel não apenas como patrimônio, mas como um ativo gerador de renda. Em Goiânia, esse movimento tende a acelerar a aquisição de imóveis compactos e bem localizados, principalmente nas regiões próximas ao Autódromo Internacional de Goiânia", identifica.
Embora o pico de demanda seja concentrado no período do evento, os efeitos tendem a ser duradouros. "O MotoGP mantém contrato de cinco anos, isso posiciona Goiânia no radar do turismo nacional e internacional, criando um legado de visibilidade que pode atrair novos eventos, aumentar o fluxo turístico e consolidar a cidade como destino estratégico. Esse tipo de exposição gera um efeito cascata: mais demanda, mais investimentos e maior profissionalização do mercado", destaca Leonardo Ferreira.
Para investidores interessados em aproveitar esse tipo de movimento, o CEO afirma que fatores como localização estratégica, liquidez do imóvel, potencial de valorização da região e demanda recorrente são essenciais antes da aquisição de unidades voltadas para locações de curta duração.
"Entender o comportamento do público, principalmente usuários de plataformas de locação, é fundamental para maximizar a ocupação e a rentabilidade", observa.
Na avaliação do executivo, o cenário confirma uma tendência clara: o turismo de eventos se consolidou como um dos principais motores de valorização imobiliária no Brasil. "Eventos como o MotoGP demonstram que o imóvel deixou de ser apenas um bem de longo prazo e passou a ser uma ferramenta estratégica de geração de renda, especialmente quando associado ao crédito inteligente e à gestão profissional", informa.
"O investidor que entende esse cenário consegue antecipar movimentos, posicionar ativos em regiões estratégicas e capturar ganhos tanto na valorização quanto na operação", conclui Leonardo Ferreira.
Para saber mais, basta acessar: https://www.instagram.com/lionscredit.investment/
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