Internado desde o dia 19 de junho na capital paulista, o líder indígena Raoni Metuktire, de 93 anos, apresentou uma boa evolução clínica e foi transferido da Unidade de Terapia Intensiva (UTI) para um quarto de enfermaria do Hospital São Paulo, da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), na capital paulista.
Segundo boletim médico do hospital divulgado no início da noite desta segunda-feira (6), Raoni se encontra em quadro estável, consciente, sem febre, respirando sem aparelhos e com dieta oral . Ele responde a comandos, mas apresenta uma tosse com secreção.
O cacique Raoni foi internado em estado grave no dia 15 de junho no Hospital e Maternidade Dois Pinheiros, em Sinop (MT). Após ser estabilizado e passar por quatro dias de tratamento, ele foi transferido para São Paulo , onde segue em tratamento ambulatorial.
Ele está na capital paulista desde o último dia 19, quando chegou com quadro de obstrução intestinal alta e pneumonia aspirativa. No dia 20 de junho, ele foi submetido a uma cirurgia de desobstrução do trânsito intestinal . No dia 30, ele apresentou uma hemorragia digestiva, que foi controlada.
Legislativo - MT ALMT inicia debate da LDO 2027 com previsão de orçamento de R$ 42,1 bilhões
Legislativo - MT Proposta antirracista tem parecer favorável da Comissão de Direitos Humanos
Cuiabá - MT Prefeitura de Cuiabá amplia programação do Show das Águas com apresentações de terça a domingo
Cuiabá - MT Limpurb reforça limpeza urbana com robôs de roçagem em Cuiabá
Geral Mega-Sena sorteia prêmio acumulado em R$ 38 milhões nesta terça-feira
Geral Rodoviários do Rio e empresários não chegam a acordo em nova audiência Mín. 16° Máx. 31°
Mín. 16° Máx. 34°
Parcialmente nubladoMín. 20° Máx. 37°
Tempo nublado
Naime Márcio Martins Moraes A fraude da República brasileira: poder para elite e quem paga a conta é o povo
Léo Bortolin Vitória para Mato Grosso. Conquista para o Brasil!
Paula Calil Um ano de responsabilidade, diálogo e transparência à frente da Câmara de Cuiabá
Giovanna Burton Suspensão de processos de atraso e cancelamento de voo: o dever de indenizar está em risco?