Independentemente da área ou do trabalho que se executa, seja na indústria, no comércio, na tecnologia, no bancário, na política ou em qualquer outro segmento da sociedade, sempre haverá grupos antagônicos, bons e ruins, éticos e antiéticos. O difícil é lidar com estereótipos e rotulações que sempre carregam certo desconhecimento.
Jailson Ferreira da Silva trabalha com a Educação Pública e Privada e convive com esse tipo de situação em diversos contextos: em um jogo com amigos, em uma festa, na praia, no bar ou em uma reunião qualquer. Grupos esses que, na maioria, não são formados por industriais e, também na maioria das vezes, há debates sobre o quão fácil é ser empresário, ou sobre como todos são ricos, ou sobre como os negócios são conduzidos, ou sobre serem administrados por famílias.
Jailson afirma que dessas conversas surgem estereótipos, rótulos e julgamentos, totalmente equivocados e distorcidos. "Claro que não é regra: há muitos que nos veem como corajosos, inteligentes, empreendedores, responsáveis por criar empregos e gerar riquezas. Mas, na maioria das vezes, somos os ricos, gananciosos e exploradores. Aqueles que só buscam lucro a qualquer custo, mesmo que isso signifique explorar trabalhadores e desrespeitar normas ambientais em interesses puramente próprios."
Na maioria das vezes, o empresário investe recursos obtidos com seu próprio trabalho. Para iniciar um empreendimento, ele arrisca e nem sempre tem sucesso. "Há muitos que perdem tudo; porém, também pode dar certo. Mas saiba: todo dia eu acordo sabendo que haverá um desafio; o mundo dos negócios é cruel e complexo. O tributo no Brasil é altíssimo", afirma Silva. "Desde a abertura do negócio até o tocar no dia a dia, a burocracia é enorme e custa muito, além de ser complexa. A instabilidade econômica em um país de infraestrutura e educação precária é permanente. Tudo isso dificulta nossa competitividade, pois aumenta demais nossos custos."
Empresários criam empregos, investem em infraestrutura, geram riquezas e contribuem não só economicamente, mas, também, socialmente apoiando projetos e programas que impactem positivamente as comunidades do seu entorno. E, apesar disso, os empresários são criticados e responsabilizados pelos problemas de desigualdade social, desemprego e problemas ambientais.
Não podemos continuar a conviver em um sistema paternalista. Os empresários, o governo, os influenciadores e a sociedade precisam promover uma visão mais equilibrada e positiva dos empreendedores. A responsabilidade de termos um país melhor, mais rico e mais justo é de todos. Portanto, vamos nos unir e colaborar para o desenvolvimento do Brasil.
Economia VR e VA podem ser aceitos em mais maquininhas a partir deste sábado
Economia Cartórios fazem mutirão para prevenir golpes na compra de imóveis
Economia Balança comercial tem maior superávit para outubro desde 1989
Economia Brasil tem maior juro real do mundo, seguido por Turquia e Argentina
Economia Panasonic lança a Black de Fábrica na loja online Mín. 22° Máx. 36°
Mín. 23° Máx. 39°
Chuvas esparsasMín. ° Máx. °
Naime Márcio Martins Moraes A fraude da República brasileira: poder para elite e quem paga a conta é o povo
Léo Bortolin Vitória para Mato Grosso. Conquista para o Brasil!
Paula Calil Um ano de responsabilidade, diálogo e transparência à frente da Câmara de Cuiabá
Giovanna Burton Suspensão de processos de atraso e cancelamento de voo: o dever de indenizar está em risco?