Rio de Janeiro, RJ – O governo brasileiro planeja utilizar a próxima cúpula do BRICS, no Rio de Janeiro, como um passo estratégico para garantir o sucesso da COP30, que será realizada em Belém. A expectativa é que o bloco, formado por 11 nações, construa um consenso sólido para impulsionar resultados ambiciosos na conferência climática.
O principal foco da articulação será o financiamento para a transição energética e a adaptação climática. Um documento com recomendações sobre o tema, que inclui a reforma de bancos multilaterais e o aumento de recursos para países em desenvolvimento, já foi aprovado por delegados do BRICS e deve ser um dos pilares da declaração final da cúpula.
Além disso, o Brasil pretende pressionar para que membros do bloco, como China, Rússia e Índia, apresentem suas Contribuições Nacionalmente Determinadas (NDCs) — metas de redução de emissões — de forma revisada e mais ambiciosa, fortalecendo o Acordo de Paris. A transição de economias dependentes de combustíveis fósseis para fontes limpas é vista como um desafio central que exigirá cooperação e investimentos significativos.
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