Impulsionada por uma mudança no comportamento do viajante, a hotelaria tem ampliado seu foco para além do quarto, investindo em áreas de lazer internas que transformam a experiência de hospedagem. Espaços como salas de jogos, lounges e ambientes de convivência deixam de ser apenas complementares e passam a desempenhar um papel estratégico ao estimular a permanência, favorecer interações espontâneas e contribuir para o bem-estar dos hóspedes.
Ricardo Aly, diretor da rede Nacional Inn de Hotéis, que integra a unidade Euro Suites Poços de Caldas, afirma que essas áreas mudam a lógica da hospedagem, uma vez que o hotel deixa de ser apenas um local de pernoite e passa a atuar como parte ativa da viagem. Para além da demanda por conforto, o profissional explica que esses ambientes contribuem para a construção de memórias afetivas e redefinem a forma como o valor da estadia é percebido.
"Atividades internas, mesmo simples, ajudam a reduzir o estresse da rotina e trazem uma sensação de leveza. No fim das contas, a experiência fica mais completa, e isso pesa na forma como o hóspede percebe o valor da estadia"
De acordo com o especialista, o perfil do consumidor de hotel mudou nos últimos anos e, atualmente, há uma expectativa mais clara de que o empreendimento ofereça algo além do básico, complementando a viagem de forma significativa.
Além disso, o executivo avalia que a rotina acelerada contribui para a percepção do hotel como refúgio. "Por isso, cresce a busca por espaços de convivência, áreas de descanso e até atividades internas. Não se trata apenas de ter o que fazer, mas de ter onde relaxar e se reconectar. Quando o hotel oferece esse tipo de vivência, ele mostra cuidado em cada detalhe, não só no quarto. O resultado é um ambiente mais humano, mais acolhedor"
Áreas comuns ampliam permanência e consumo
Segundo Aly, a oferta de áreas comuns pode estimular o hóspede a permanecer mais tempo no hotel, ao mesmo tempo em que complementa a experiência turística na cidade. Ele analisa que, ao disponibilizar espaços bem estruturados, o empreendimento se torna mais convidativo à permanência, sem competir com os atrativos do destino. Pelo contrário, essas áreas funcionam como uma extensão da vivência do viajante, oferecendo um ambiente propício para relaxamento após um dia intenso ou para equilibrar o roteiro da viagem.
O profissional também destaca um aspecto estratégico ainda pouco explorado: quanto maior o tempo de permanência do hóspede no hotel, maior tende a ser o consumo de serviços internos, como gastronomia, experiências e outras conveniências. "Assim, além de enriquecer a jornada, esses espaços também têm impacto direto na receita"
Outro ponto relevante, conforme cita o diretor, são as experiências all inclusive, especialmente quando incluem open bar. Nesse caso, o hóspede elimina preocupações com gastos adicionais ou planejamento durante a estadia.
De acordo com o especialista, isso não apenas amplia o tempo de permanência nos espaços do hotel, como também fortalece a fidelização. "Quando a pessoa vivencia uma experiência completa, confortável e sem preocupações, a tendência é clara: ela retorna"
Hotel como extensão da experiência no destino
Em destinos turísticos como Poços de Caldas, que concentram uma ampla oferta de atrativos, Aly frisa que o equilíbrio na experiência de hospedagem deve respeitar o ritmo do viajante. Nesse contexto, o hotel atua como complemento à programação externa, ao oferecer um ambiente adequado para descanso e recuperação após um dia de atividades na cidade.
"Há também o fator sensorial. Um hotel bem planejado, com design acolhedor, iluminação adequada e espaços convidativos, cria uma atmosfera que dialoga com o destino"
Para mais informações, basta acessar: https://www.nacionalinn.com.br/hotel/euro-suite-pocos-de-caldas
Negócios INDSH faz Pesquisa de Clima com questões sobre saúde mental
Negócios Agrolend triplica carteira em 2025 e mira R$ 2 bi em 2026
Economia Poupança tem retirada líquida de R$ 476,4 milhões em abril
Negócios Adequação aos padrões ESG é uma tendência nas empresas
Negócios Imóveis na Interpraias devem valorizar até 50% em dois anos
Negócios Elanco cresce 15% no 1º trimestre de 2026 e eleva projeções Mín. 21° Máx. 33°
Mín. 17° Máx. 35°
Tempo limpoMín. 14° Máx. 22°
Tempo nublado
Naime Márcio Martins Moraes A fraude da República brasileira: poder para elite e quem paga a conta é o povo
Léo Bortolin Vitória para Mato Grosso. Conquista para o Brasil!
Paula Calil Um ano de responsabilidade, diálogo e transparência à frente da Câmara de Cuiabá
Giovanna Burton Suspensão de processos de atraso e cancelamento de voo: o dever de indenizar está em risco?