Levantamento global da McKinsey, no estudo "The State of AI in 2025: Agents, innovation, and transformation", aponta que 88% das organizações já utilizam IA em pelo menos uma área de negócios, ante 78% no ano anterior. Apesar do avanço, quase dois terços ainda permanecem em fase de experimentação ou projetos-piloto, sem conseguir expandir essas soluções para toda a operação.
O levantamento também indica que 62% das companhias já testam agentes de IA, sistemas capazes de executar tarefas de forma autônoma em fluxos de trabalho reais. No entanto, apenas 23% conseguiram implementar esses agentes de forma mais ampla, o que revela desafios técnicos e operacionais para sustentar esse tipo de tecnologia. Nesse contexto, cresce a atenção das empresas para a base tecnológica que suporta essas aplicações.
A chegada dos agentes de inteligência artificial desloca o debate da camada de software para a base operacional das organizações, exigindo redes estáveis, baixa latência, energia confiável e monitoramento contínuo. "Existe uma expectativa muito grande em torno da inteligência artificial, mas muitas empresas ainda não conseguem escalar essas soluções porque a infraestrutura não está preparada para sustentar operações contínuas e críticas", afirma William Cavalcanti, CEO e fundador da RGL Solutions.
Segundo o executivo, à medida que sistemas autônomos passam a atuar diretamente em fluxos de trabalho corporativos, falhas técnicas deixam de ser exceções toleráveis e passam a representar riscos relevantes para a operação. "Agentes de IA operam de forma contínua e dependem de ambientes altamente estáveis. Isso significa redes com baixa latência, energia confiável, monitoramento constante e integração entre diferentes camadas da infraestrutura", explica Raphael Cabral, diretor comercial e de vendas da RGL Solutions.
Para o especialista, o avanço da IA nas empresas dependerá cada vez mais da capacidade das organizações de estruturar uma infraestrutura tecnológica preparada para sustentar ambientes operacionais contínuos e críticos. "Muitas organizações procuram essas soluções, mas percebem que a tecnologia exige uma preparação estrutural maior, principalmente quando passa a atuar em processos críticos", afirma Cavalcanti. "Em operações contínuas, qualquer instabilidade de rede, energia ou monitoramento pode comprometer o desempenho desses sistemas e interromper o trabalho", finaliza Cabral.
Sobre a RGL Solutions
A RGL Solutions é uma integradora de tecnologia especializada em infraestrutura de redes e data centers para operações industriais de alta criticidade. Parceira da Huawei, a empresa atua do planejamento à execução de projetos, incluindo migração de plataformas, cabeamento estruturado, switches de acesso e controle, WLAN e access points, com foco em instalação, configuração e manutenção. Entre os principais cases, destaca-se o refresh completo da fábrica de caminhões e ônibus do Grupo Volkswagen, em Resende (RJ), além de contratos contínuos de serviços de telecom com equipe dedicada on-site.
Recentemente, a empresa iniciou também uma vertical dedicada a projetos de energia solar e prepara sua entrada no segmento de computação em nuvem, ampliando seu portfólio de soluções corporativas. A companhia opera dentro das melhores práticas exigidas por grandes indústrias, mantendo equipes certificadas e registradas em órgãos como CREAs, ANATEL e ANEEL, além de possuir a certificação ISO 9001 e registro corporativo ativo no Dun & Bradstreet.
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