A queda de 0,32% do IPCA em agosto, divulgada pelo IBGE em veículos de comunicação, pode causar estranhamento para quem recebeu uma taxa condominial mais alta no mesmo período. O resultado foi o menor para um mês de agosto desde 1994 e teve como principal fator a redução de 7,63% na energia elétrica residencial, influenciada pelo bônus de Itaipu. No acumulado de 12 meses, entretanto, o índice ainda registra alta de 4,22%.
A explicação está na própria composição das despesas de um condomínio. A taxa não é reajustada automaticamente pelo IPCA e tampouco acompanha necessariamente a inflação mensal. O valor é resultado do rateio dos custos necessários para manter o empreendimento funcionando, o que inclui salários e encargos de funcionários, contratos de portaria e limpeza, manutenção de elevadores, equipamentos, seguros, consumo de água e energia, além de despesas extraordinárias e formação de fundos. Assim, mesmo quando um componente da economia fica mais barato, outros gastos podem continuar subindo ou sofrer reajustes contratuais.
"É importante separar a inflação medida pelos índices oficiais da realidade financeira de cada condomínio. A taxa condominial é uma fotografia das despesas daquele empreendimento e pode sofrer pressão mesmo quando o IPCA apresenta estabilidade ou queda. Se a folha de pagamento, os contratos de manutenção ou outros serviços essenciais aumentam, esse custo precisa ser absorvido pelo orçamento para que o condomínio continue funcionando", afirma Zener Costa, empresário e CEO da LLZ Garantidora.
Outro fator que pode pressionar a taxa é a inadimplência. Quando parte dos moradores deixa de pagar, o condomínio continua tendo de arcar com salários, fornecedores, manutenção e demais compromissos. O problema é que o custo acaba sendo distribuído entre os moradores adimplentes ou exige a utilização de reservas, o que reduz a capacidade de planejamento. A contratação de uma garantidora pode ser uma alternativa para dar maior previsibilidade ao caixa, desde que a solução seja analisada de acordo com as características financeiras de cada condomínio.
"A gestão condominial precisa trabalhar com previsibilidade, porque não existe a possibilidade de adiar indefinidamente despesas essenciais. A garantia condominial permite que o condomínio tenha o valor necessário para executar o orçamento todos os meses, sem deixar que a inadimplência comprometa o caixa e transfira pressão financeira para quem paga em dia", finaliza Zener.
Sobre a LLZ
A LLZ é uma garantidora de condomínios do Brasil. São especialistas em oferecer proteção contra inadimplência, promovendo previsibilidade no fluxo de caixa e mais tranquilidade para a gestão condominial. Atuam com agilidade, transparência e parceria, lado a lado com administradoras e síndicos de todo o país. Além de ser a garantidora com maior capital social do país, a LLZ é a única que emite, todos os meses, uma apólice de seguros no valor mensal da receita do seu condomínio, via BTG Seguros. A sede está em Belo Horizonte, com escritório estratégico na Faria Lima, em São Paulo. No restante do país, o atendimento é feito por executivos comerciais em todas as regiões e por agentes digitais nos estados sem presença física. Assim, é garantido suporte eficiente e personalizado em todo o território nacional.
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