Em um cenário mais exigente no mercado de fusões e aquisições (M&A), a preparação para processos de due diligence tem se tornado um fator determinante para a concretização de vendas de empresas. A due diligence consiste em uma análise detalhada de informações financeiras, jurídicas e operacionais realizada por potenciais compradores com o objetivo de avaliar riscos, validar dados e embasar decisões de investimento. Esse processo ocorre, em geral, na etapa final das negociações e pode influenciar diretamente o valor e a viabilidade da transação.
Dados de mercado indicam que a falta de preparação adequada pode impactar negativamente operações de M&A, seja por inconsistências nas informações, fragilidade de governança ou ausência de previsibilidade nos resultados. Nesse contexto, empresas que estruturam previamente seus processos, organizam suas informações e adotam boas práticas de gestão tendem a apresentar maior transparência e segurança ao investidor, aumentando as chances de sucesso na conclusão da negociação.
Segundo dados da Deloitte, o mercado indica que mais de 70% das operações de M&A não atingem o valor esperado ou falham em gerar os resultados projetados, muitas vezes por falta de preparo adequado das empresas.
Além disso, análises do CFA Institute mostram que a ausência ou falhas na due diligence podem levar a taxas de insucesso entre 70% e 90% nas transações, evidenciando o impacto direto da falta de organização e transparência nesse processo.
Em paralelo, dados da PwC indicam que apenas 61% dos compradores consideram que suas aquisições realmente geraram valor, reforçando que grande parte das transações sofre perdas ou ajustes relevantes ao longo do processo.
"Empresas preparadas não só vendem mais rápido, mas capturam mais valor. A due diligence é onde o valor real do negócio fica evidente", afirma Lucas Mendes, CEO da Helping Hand.
Nesse contexto, a Helping Hand, especializada em M&A e preparação para venda de empresas, atua apoiando empresários na estruturação de seus negócios para enfrentar a due diligence com maior maturidade, reduzindo riscos percebidos e aumentando a atratividade para investidores.
Para Lucas Mendes, a organização financeira com dados auditáveis, a implementação de governança clara, a redução da dependência do fundador, a segurança jurídica e a consistência de indicadores de desempenho são fatores essenciais para garantir um processo mais fluido e eficiente, elevando a confiança do comprador e impactando diretamente no valor da empresa. "Em um mercado em que investidores estão cada vez mais criteriosos e seletivos, empresas que se antecipam e se preparam estrategicamente não apenas aumentam suas chances de venda, como também capturam mais valor e conduzem negociações com maior velocidade e segurança", conclui.
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