Policial Palmeirense
Palmeirense é Preso por Morte em Emboscada
Palmeirense é Preso por Morte em Emboscada
26/08/2025 19h00 Atualizada há 2 semanas
Por: Redação DDC
Crédito: agenciabrasil.ebc.com.br

A Polícia Civil de São Paulo efetuou, nesta segunda-feira (26), a prisão de um torcedor do Palmeiras, de 32 anos, sob suspeita de participação no ataque a ônibus de torcedores do Cruzeiro, ocorrido em outubro do ano passado, na Rodovia Fernão Dias, em Mairiporã. A ação resultou na morte de um membro da torcida Máfia Azul.

A prisão, realizada por agentes do DHPP, cumpriu mandado de busca e apreensão e prisão temporária. A investigação aponta o suspeito como responsável pelo transporte de barras de ferro utilizadas no ataque aos torcedores cruzeirenses. Durante a operação, foram apreendidas barras de ferro e outros objetos relacionados ao crime.

O indivíduo preso também é investigado por envolvimento em um ataque ao Centro de Treinamento do Palmeiras, ocorrido no dia 10 de agosto, quando um grupo de mascarados depredou as instalações do clube.

A operação policial identificou 43 pessoas supostamente envolvidas na emboscada aos torcedores do Cruzeiro, resultando em 26 prisões até o momento. As investigações continuam em andamento.

O caso teve início quando um ônibus da torcida organizada Máfia Azul foi interceptado por torcedores da Mancha Alvi Verde, na Rodovia Fernão Dias. Os torcedores mineiros retornavam para Belo Horizonte após um jogo contra o Athletico Paranaense, em Curitiba. Um dos ônibus foi incendiado e o outro, depredado. Além da vítima fatal, outros torcedores ficaram feridos. A polícia apreendeu no local barras de ferro, pedaços de madeira, fogos de artifício e rojões.

Em dezembro do ano passado, o Ministério Público denunciou 20 integrantes da torcida organizada Mancha Alvi Verde, do Palmeiras, por envolvimento no ataque aos ônibus de torcedores do Cruzeiro. A denúncia acusa os torcedores de terem assumido o risco de resultado homicida, com motivo torpe, emprego de meio cruel e de meio que possa resultar em perigo comum, dificultando a defesa da vítima.