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Setor Aéreo Brasileiro Alcança Marca Histórica com Milhões de Passageiros em Julho
Setor Aéreo Brasileiro Alcança Marca Histórica com Milhões de Passageiros em Julho
26/08/2025 17h28 Atualizada há 2 semanas
Por: Redação DDC
Crédito: agenciabrasil.ebc.com.br

Julho se consagrou como um mês histórico para o setor aéreo brasileiro, registrando um volume recorde de 11,6 milhões de passageiros transportados. Este número, que engloba tanto voos domésticos quanto internacionais, representa a maior movimentação já observada desde o início da série histórica em janeiro de 2000.

Os voos domésticos, que operam dentro das fronteiras do país, impulsionaram significativamente este resultado. No mês de julho, o mercado doméstico foi responsável pelo transporte de 9 milhões de passageiros, um aumento de 5,9% em relação ao mesmo período do ano anterior. A demanda por assentos em voos domésticos, medida pela multiplicação do número de passageiros pagantes pelos quilômetros percorridos, apresentou um crescimento de 8,2% em comparação com julho de 2024. A oferta de assentos, por sua vez, expandiu-se em 6,2%.

O mercado internacional também contribuiu para o desempenho expressivo do setor, alcançando um recorde de 2,6 milhões de passageiros transportados, o que representa um crescimento de 13,6% em relação a julho de 2024. A demanda e a oferta de voos internacionais apresentaram um crescimento de 12,2% no mês.

Em outro desenvolvimento relevante, dados da Organização Mundial do Turismo (ONU Turismo) revelaram que o Brasil ascendeu à quinta posição entre os destinos das Américas que mais atraem visitantes estrangeiros em 2024, superando a Argentina. Em 2024, o país recebeu 6,8 milhões de turistas internacionais.

Quanto à movimentação de cargas, o setor doméstico registrou 39,1 mil toneladas, uma queda de 3,8% em relação a julho de 2024. Já a movimentação internacional de cargas atingiu 76 mil toneladas, um aumento de 0,8% em comparação com o ano anterior. No total, foram processadas 115,1 mil toneladas, representando uma variação de -0,8% em relação a julho de 2024.

Fonte: agenciabrasil.ebc.com.br